Fundamental é mesmo o amor...

Pra tudo o que fazemos na vida é preciso uma pitada de amor, às vezes, um punhado. Vida pessoal, vida profissional, vida acadêmica, vida amorosa, vida familiar, etc, etc, etc. Como diz Tom Jobim em Wave, "fundamental é mesmo o amor..." E o resto fica por conta das prioridades de cada um.

sábado, março 08, 2008

Eis a questão...

Saber um pouco de muitas coisas ou saber muito de poucas coisas??? Ser generalista ou especialista? Eis a questão. Eu, sinceramente, prefiro saber muito de muitas coisas. Será que é a tal crise dos 30 anos chegando? rsrsrs Quando eu digo crise, não quero dizer crise com letra maiúscula, viu!? É com letra minúscula. Qual a diferença? Bem, nesse caso é crise grande e crise pequena mesmo. hehehe E no caso da crise pequena, podemos defini-la como pensamentos que acometem nossa mente com certa constância, que são importântes e... Mais nada. Sem maiores transtornos.

É que chega um ponto em que seu tempo de formada é pouco pra você meio que descartar certas possibilidades e muito pra você continuar como um Bombril, com mil e uma utilidades (que fique claro que meu apelido Canivetinho Suiço não será abolido da face da Terra, pois estou tratando da minha vida profissional hoje aqui). Se a gente não mantém um foco, fica sendo meio "pau pra toda obra" e não acontece nada de grandioso, de fato, em área nenhuma. Se a gente foca, "perde" a oportunidade de trabalhar em coisas que também adora, mas... O foto era outro, lembra?

O problema não são os 30 anos que vou fazer daqui a exatos 50 dias. Claro! É que com 30 já me formei, trabalho (e mais importante, tenho uma carreira), já tive um punhado de experiências e... Tudo isso aconteceu a "médio tempo". Nem pouco tempo, nem muito tempo. Simplesmente médio tempo. Na verdade a dúvida não é se foco ou se não foco em determinado seguimento, e sim a necessidade de focar. Bem, menos um problema, né!? Não preciso decidir. Já sei que tenho que focar. O fato é: ai, meu Deus, tenho que focar e deixar "de lado" algumas coisas. Esse "de lado" ainda pode se transformar em "para uma outra hora". O que é uma enorme vantagem.

Outra vantagem é que hoje em dia, podemos ter um plano B. Dá pra tocar a vida (leia-se carreira) tocando um plano B ao mesmo tempo. Mas nada de plano C, D e E, viu, menina. hahahahaha Só o B mesmo...

PAUSA --> Acabei de ganhar rosas vermelhas do meu marido lindo. Aproveitando a oportunidade, feliz dia internacional da mulher pra todas.

Nem sei bem onde estava a minha linha de raciocínio... hehehe É muito legal depois de quase 10 anos juntos ainda ficar com as idéias tão bambas quanto as pernas pela mesma pessoa... Que privilégio!

Honoré de Balzac é que estava certo, no seu livro "As mulheres de 30 anos", em fazer um apologia às mulheres de mais idade (trintonas), que, amadurecidas, podem viver o amor com maior plenitude.


Deixar coisas "de lado" ou "para outra hora" é difícil. O "de lado" pode ser só a ilharga, mas também ser do lado de fora da minha vida. O "para outra hora" pode ser pra depois ou pra nunca mais. E é aí que entra a mini-crise. Tudo, de fato vai depender dos rumos que a vida vai tomando. E tão legal quanto ter as rédeas nas mãos é se deixar levar, nem que seja só um pouquinho.

Dica: O plano B deve ser a coisa mais prazerosa da vida. Como estou querendo estruturar para que seja o meu. Quer coisa melhor que trabalhar no que dá a maior satisfação e ainda ter um hobby-plano-B gostoso?

Bem, a minha crise com letra minúscula é, na verdade, a mudança, o processo... Coisa de mulher, ou melhor, coisa de Roberta, sabe? Uma sofridinha básica e gostosa por uma coisa que não tenho total poder sobre.

Até mais...

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